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PRIVADO, GRATUITO, E DE QUALIDADE!

Veja aqui os episódios da série: PRIVADO, GRATUITO, E DE QUALIDADE

O economista Milton Friedman dizia que: “Não existe almoço grátis”, mas com a evolução das tecnologias de prestação de serviço, surgiram várias formas de se oferecer um serviço de forma “gratuita” (principalmente serviços virtuais/digitais).

Friedman's Burguer: porque não existe almoço grátis

Esses serviços podem ser oferecidos de forma beneficente (nesse caso outra pessoa paga pelo serviço por meio de uma doação ou o prestador de serviço doa seu serviço), podem ser tão baratos que o custo é quase zero, ou serem monetizados de diversas formas. Além disso, podem ser como uma amostra grátis bem generosa, como é o exemplo de alguns apps que (tendo anúncio ou não) são gratuitos, mas tem funções pagas. Muitas vezes esses apps ou softwares são representados como “free+” ou “free with in-app purchases and ads” que identificam que eles são monetizados de outra forma, ao invés de um preço convencional.

Mas afinal, o que significa privado, gratuito e de qualidade ?

Nós da Gazeta Libertária (GL), estamos fazendo uma série em parceria com o canal do youtube So To Speak, que já é um canal parceiro nosso, basicamente é nossa versão no YouTube, e vai funcionar da seguinte forma: o conteúdo vai ser disponibilizado em vários artigos, vídeos, lives, posts nas nossas redes sociais (inclusive dos autores) e quem sabe, pode virar até um livro. Mas, para não ficar de fora do conteúdo, é importante seguir a GL e o So To Speak nas redes sociais, além de acessar o canal e a web page !

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Vamos abordar vários tópicos, dentre eles os seguintes:

"É incrível como algumas pessoas acham que nós não podemos pagar médicos, hospitais e medicamentos, mas pensam que nós podemos pagar por médicos, hospitais, medicamento e toda a burocracia governamental para administrar isso." -Thomas Sowell

“É incrível como algumas pessoas acham que nós não podemos pagar médicos, hospitais e medicamentos, mas pensam que nós podemos pagar por médicos, hospitais, medicamento e toda a burocracia governamental para administrar isso.” -Thomas Sowell

Mito do “Público, Gratuito e de Qualidade”: Como Friedman e Sowell já demonstraram.

Formas de oferecer serviços de gratuitamente ou a custo baixo: Podem servir tanto como dicas de negócios como exemplos em defesa da liberdade econômica e redução de impostos.

Defesa da privatização de absolutamente tudo: Se algo prospera, privatize. Se algo não prospera, privatize. Dado que tudo ou prospera ou não prospera, simplesmente privatize tudo.”

Caridade privada: Como igrejas, empresas, ONGs, grupos etc. podem ser eficazes em substituir o welfare o oferecer serviços de qualidade.

Você pode contribuir com esse projeto, assim como com todos os projetos da GL e do So To Speak, dando seu feedback nas redes sociais na página de contato (contato@gazetalibertaria.news), ou até mesmo fazendo sua doação! Em breve também no apoia.se (se possível faremos um sistema de recompensas para as doações)
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Cientista inventa banheiro que transforma fezes humanas em criptomoeda

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Em um artigo no site Reuers foi divulgada uma invenção bastante inusitada: um banheiro que troca fezes humanas por criptomoedas! O projeto é ideia do pesquisador Cho Jae-Weon, professor de engenharia urbana e ambiental no Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (UNIST) Ulsan, na Coréia do Sul.

O mesmo diz ter desenvolvido o projeto com a finalidade de transformar fezes humanas em energia e como um incentivo de bônus, recompensa os “colaboradores” com uma quantidade de moeda digital que eles podem trocar por um café ou uma xícara de macarrão no campus.

Como o banheiro transforma fezes em energia

O banheiro primeiro bombeia as fezes para um tanque subterrâneo, usando menos água comparado ao banheiro tradicional. Os microrganismos então decompõem os resíduos em metano, uma fonte utilizável de energia.

Segundo Cho Jae-Weon:

Se pensarmos fora da caixa, fezes tem um valor precioso para energia e estrume. Eu coloquei esse valor em circulação ecológica.

De acordo com Cho, o banheiro pode transformar cerca de meio quilo de dejetos humanos sólidos em 50 litros de gás metano. Isso significa que ele pode gerar meio quilowatt-hora de eletricidade, o suficiente para dirigir um carro elétrico por três quartos de milha.

Ganhando criptomoedas por ir ao banheiro

Aproveitando a tendência das criptomoedas, e também como forma de incentivar as pessoas à “doarem” suas fezes, Cho criou uma moeda virtual chamada Ggool, ou “mel” em coreano, com cada uso do banheiro pagando 10 Ggool por dia, que podem ser usados ​​para comprar coisas no campus da universidade.

“Eu sempre pensei que as fezes são sujas, mas agora são um tesouro de grande valor para mim”, disse à Reuters um estudante de pós-graduação Heo Hui-jin que ganhou e gastou Ggool. “Eu até falo sobre fezes durante as refeições para pensar em comprar o livro que eu quiser.”

Adesão de jovens aos sindicatos em ascensão nos EUA

Os últimos 18 meses ao redor do mundo foram de grandes mudanças no âmbito social e econômico, empresas quebrando ao mesmo tempo que oportunidades surgiam.


Com o andamento da pandemia, lockdowns e o surgimento de “ novas cepas” , grande parte dos governos mundiais ligaram as suas impressoras ao máximo para subsidiar alguns setores da economia ( coleguismo) e gerar auxílios duradouros as camadas menos favorecidas.

O desarranjo na economia provocado pelas constantes intervenções estatais está gerando sérios danos ao mercado, no modo de produção na economia mundial. Na insistência de incentivar o consumo colocando mais dinheiro nas mãos dos indivíduos, a economia mundial vive o seu momento mais delicado nos últimos anos.

Os impactos do assistencialismo estatal


Assim como no Brasil, o EUA com governo Biden promoveu uma espécie de auxílio para os trabalhadores, a intenção vista pela ótica leiga parece ser extraordinária, como diria alguns economistas brasileiros, finalmente estamos dividindo “ o bolo” para as camadas mais baixas da sociedade.

Um dos grandes problemas de auxílios é a forma que eles incentivam o ócio. Incentiva os desempregados a não irem em busca de empregos, podemos observar isso no Brasil com os efeitos do seguro-desemprego e o bolsa família.


No Brasil o desemprego bate a casa dos 13,2% e no EUA 4,6%, contudo o problema observado no EUA é a falta de mão de obra, as estimativas apontam cerca de 10 milhões de postos de trabalho em aberto.


Aumenta o número de jovens que aderem aos sindicatos nos EUA

Um caso recente de Kit Stoll, reacendeu o debate sobre a necessidade ou não de uma regulamentação no mercado de trabalho no EUA. Stoll se demitiu de seu posto em um café em Nova Jersey. Após várias broncas de seu chefe, além do baixo custo benefício e muito trabalho e remuneração baixa, a sua insatisfação foi ao ponto que a levou a pedir demissão.

“Tirei meu avental e saí. Assustador no início, libertador depois” disse Stoll

Em sua conta no Reddit, Stoll compartilhou com outros usuários da plataforma a sua insatisfação na comunidade virtual Antiwork Movement ( Movimento antitrabalho). Comunidades como essa tem crescido no EUA, assim como a adesão aos sindicatos, e passaram a ter a atenção e preocupação das empresas que procuraram sanar as lacunas de emprego abertas.

Kit Stoll, que havia pedido demissão de uma cafeteria por mais tratos e condições que considerava ruins, adere assim como muitos outros jovens nos EUA , ao movimento antitrabalho e aos sindicatos

Eu sinto que uma coisa chave neste movimento antitrabalho é que, embora o logotipo do fórum seja alguém deitado, não se trata de querer ser preguiçoso. É sobre mostrar seu próprio valor e saber seu próprio valor. Você não vale um salário mínimo, não vale US$ 12 ou US$ 7,50 por hora, dependendo de onde você mora. Você vale muito mais e tenho esperança de que possamos mudar algumas coisas. E acho que as corporações deveriam ter medo de nós

diz Stoll

Assim como Stoll, muitos jovens nós EUA estão aderindo cada vez mais ao sindicatos, acreditando que com isso garantirão maiores benefícios e salários que estejam de acordo com o que acreditam que deveriam ganhar.

A adesão ao sindicato é uma atitude legítima de se tentar obter melhores condições de trabalho e maior remuneração, no entanto, ao contrário do que muitos possam pensar, não é uma garantia de que nada disso irá acontecer, ao menos para todos. Na prática, os sindicatos apenas conseguem tornar as contratações mais burocráticas e garantir emprego aos mais produtivos em detrimento dos menos produtivos.

A adesão aos sindicatos tratarão as melhorias esperadas?

E como mostrado em uma matéria do UOL sobre o caso, mesmo com as empresas aumentando benefícios e fornecendo melhores condições de trabalho, para muitos desses jovens isso ainda não é o suficiente.

É possível ver isso como uma negociação, onde enquanto for julgado vantajoso para esses jovens abrirem mão do trabalho e as empresas necessitarem de mão de obra, será possível que as empresas tentem melhorar sua oferta para atrair esses jovens para trabalhar com elas, ou, como na mesma matéria é mostrado, irão substituir mão de obra por máquinas por julgarem como uma alternativa mais barata e menos dispendiosa.

Sem dúvida alguma os maltrados relatados por Kristoll e outros do movimento antitrabalho são algo condenável e passível de processo, uma vez que no contrato estava previsto prestar serviços à empresa, e não tolerar agressões.

No entanto, ao contrário do que a matéria tenta sugerir, isso não é resultante do modelo econômico capitalista ou de qualquer outro que seja, mas resultante da falha moral dos agressores, negligência dos gestores da empresa e impunidade jurídica.

O assistencialismo estatal mais atrapalha do que ajuda

As mudanças oriundas da pandemia e das ações dos governos começam a se mostrar definidoras no meio político, social e econômico, os efeitos a longo prazo batem a porta, mas se uma coisa foi vista nesses últimos anos, foi que não haverá mudanças vindo do estado, pois não há cabimento em esperar soluções daquele que criou os problemas.


Nas palavras de Murray Rothbard:

a melhor maneira do governo ajudar os pobres, portanto – bem como o resto da sociedade é saindo do seu camimho; removendo sua enorme e parasitante rede de impostos, subsídios, ineficiências e privilégios monopolísticos.

O que se sabe até agora sobre o caso Peng Shuai

Quem tem medo de criticar o Partido Comunista Chinês (PCC)? O caso da tenista chinesa chamada Peng Shuai, ex-número 1 nas duplas, que atraiu atenção do mundo nas últimas semanas ao acusar o ex-vice-premier chinês Zhang Gaoli de abuso sexual. Peng desapareceu após este capítulo.

O que aconteceu com Peng Shuai?

No dia 2 de novembro, Peng postou no Weibo —  conhecida como Twitter chinês — que declarava que foi coagida a ter relações sexuais com Zhang Gaoli. No entanto, a publicação sumiu 30 minutos depois na rede social, mas já foi amplamente repercutida e um escândalo não pode ser mais encoberto.  É assim que Peng desaparece e qualquer conteúdo referente a ela é apagado pela censura da internet na China. À medida que Peng deixou de aparecer em público, isso alertou não somente o mundo esportivo, mas também a Comissão de Direitos Humanos das Organizações das Nações Unidas (ONU) por respostas.

Para tentar driblar a censura no Weibo, os chineses passaram a mencionar a atleta por nomes parecidos, com suas iniciais. Porém, até essas tentativas acabaram bloqueadas. Enquanto a CNN cobria a notícia, o sinal da emissora foi cortado na China.

Após dez dias sem respostas, a comunidade do tênis lançou a hashtag #WhereIsPengShuai (Onde Está Peng Shuai) adicionando uma preocupação a mais ao seu paradeiro.  Tenistas renomados como Naomi Osaka, Novak Djokovic,  Serena Williams reagiram, exigindo explicações publicamente.

Devido à intensa pressão de governos estrangeiros e defensores de direitos humanos do desaparecimento, a emissora estatal chinesa CGTN mostrou, no dia 17, um suposto e-mail enviado por Peng ao presidente da WTA, alegando que as denúncias de abusos sexuais não eram verdadeiras. Não foi o bastante para convencer aqueles que desconfiavam que acontecera algo horrível com a tenista. 

 A Associação Feminina de Tênis (WTA), órgão que regula o tênis feminino mundial,  revelou que não teria tido contato com a tenista desde a data da mensagem de sua postagem e que não iria parar de investigar a situação até que fosse garantido que Peng estivesse bem e em segurança no país. 

Além disso, a WTA não só ameaçou retirar torneios da China, como também pediu que Peng se pronunciasse sem medo de sofrer coerção ou intimidação. Igualmente, os organizadores do Torneio Wimbledon se solidarizaram

Numa reviravolta de fatos, Peng reapareceu no último final de semana em Pequim e realizou uma videochamada com o presidente do COI, Thomas Bach, no dia 21. No entanto, o COI foi prontamente acusado de favorecer a propaganda estatal chinesa.

O caso vem recebendo mais escrutínio  pelos polêmicos Jogos Olímpicos de Inverno sediados em fevereiro de 2022 na China. A Human Rights Watch (HRW) vem pressionando o COI  e os patrocinadores do evento a requisitar uma investigação na ONU sobre violações de direitos humanos cometidos pela China. Segundo o New York Times, Biden está ponderando aplicar um boicote parcial, ou diplomático — os atletas estariam presentes, mas as autoridades oficiais não compareceram. Até o momento, não se sabe se haverá uma investigação pela denúncia de abuso sexual, pois as autoridades nunca se manifestaram sobre essa questão. 

Outros “sumiços misteriosos”

O exemplo da tenista está longe de ser um caso raro. Há inúmeros desaparecimentos de dissidentes chineses. São jornalistas, advogados, ativistas detidos ou presos em casa sem direito a defesa.   

 A jornalista australiana Cheng Lei foi presa por mais de um ano, detida sob alegações de vazar segredos de Estado. Ela está distanciada da família e seu paradeiro permanece desconhecido. 

Fundador do Alibaba, Jack Ma reaparece após meses desaparecido.

Um dos casos mais recentes é do bilionário do e-commerce Jack Ma, fundador da Alibaba, o qual desapareceu após criticar o setor financeiro em 2020. O caso ganhou eco público tendo em vista que Ma foi considerado pela  Forbes como o homem mais rico da China. Após sumir por mais de dois meses, o empresário reapareceu em um vídeo sem fazer nenhum comentário sobre o seu desaparecimento no final de janeiro de 2021. Logo depois do caso, a empresa Alibaba foi multada por cerca de 2,8 mil milhões de dólares. 

Também, o magnata do mercado imobiliário, Ren Zhiqiang sumiu após criticar abertamente como o governo chinês tratou a pandemia. Zhiqiang chamou o presidente Xi Jinping de “palhaço”. Consequentemente, ele acabou condenado a 18 anos de prisão por alegações de crimes financeiros, porém seus amigos dizem ser por criticar o governo. 

Em busca de alívio financeiro, Cruzeiro se lança no mercado de NFT

Desde o rebaixamento em 2019, a situação financeira do Cruzeiro piorou de forma drástica. A situação financeira do clube já não era das melhores, mas após o rebaixamento inédito em 2019, o clube considerado um dos grandes do futebol brasileiro, vive uma das piores crises de sua história.


Em busca de novas receitas para equacionar suas dívidas e de buscar reforços para o elenco, o clube tem a expectativa de uma comercialização na casa dos 20 milhões no mercado de tecnologia NFT.

Com esse projeto de NFT, o Cruzeiro pretende oferecer diversas experiências ao torcedor, como escolher a música do estádio e o design do ônibus, participar do mecanismo de solidariedade na negociação de atletas, entre outras decisões mais estratégicas. De acordo com o clube, a novidade atenderá as diferentes classes sociais e o público poderá ainda acessar os serviços integrados e também concorrer a produtos oficiais.

O Cruzeiro foi procurado por todas as empresas líderes deste mercado que é o mais aquecido no mundo no momento. Só que o modelo que o Cruzeiro se propôs a participar desde o início da gestão foi focado 100% em inovação e com o torcedor no centro de tudo. Escolher esta personalização com estrutura única é a maior prova da conexão entre clube e sua torcida

disse o presidente do Cruzeiro, Sérgio Santos Rodrigues


Com previsão de lançamento para dezembro , o clube busca tornar o negócio atrativo para os seus torcedores, dentre os benefícios, a participação ativa do torcedor nas decisões do andamento do clube na área social, nos preparativos para os dias de jogo e até participação direta no design do ônibus do clube.


Além do Cruzeiro, outros clubes do futebol brasileiro já utilizam a tecnologia NFT em comercializações, dentre eles, Vasco e Atlético MG.

NFT “non fungible token”, são códigos numéricos com registro de transferência digital com garantia de autenticidade para os seus donos. Em prática funcionam como itens colecionáveis, não sendo reproduzidos, mas podendo ser transferidos.

Homem é parado pela Polícia por dirigir ‘isopor’ de cerveja sem habilitação

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Na última quinta-feira, dia 18, um homem de Kereng, que fica em Sidney, Austrália, foi parado pela polícia local por estar dirigindo um cooler (isopor para guardar cervejas) motorizado sem habilitação.

O veículo se tratava de um cooler acoplado a um suporte de quatro rodas e uma guia parecida com o guidão de uma bicicleta, movido por um motor a gasolina de 2,5 cavalos de potência.

O homem de 25 anos teve o “veículo” apreendido pela polícia e guinchado, e segundo os mesmos estava sem documentação (habilitação), luzes e espelhos retrovisores, e mesmo com o condutor tendo tido resultado negativo para um teste de bafômetro, as autoridades apreenderam o veículo por 30 dias.

O cooler motorizado sendo guinchado por não possuir habilitação

O proprietário do cooler motorizado receberá uma convocação para comparecer a um tribunal posteriormente. Ele deve ser acusado de dirigir sem habilitação e conduzir um veículo motorizado sem registro.

Leis duras na Austrália exigem habilitação para qualquer veículo motorizado

Em uma publicação no Facebook, a polícia australiana reforçou a informação de que há fortes regulações sobre meios de transporte no país.

No post, a polícia local afirma que o cooler azul motorizado (que também faz a vez de assento para o motorista) “é considerado um veículo devido ao tamanho/capacidade do motor e deve cumprir os requisitos legislativos e regras rodoviárias”.

Na postagem, vários usuários questionaram a medida, considerada por alguns como uma “perda de tempo”. “Desde quando a criatividade passou a ser considerada ilegal?”, perguntou um perfil. “Quais as estatísticas de colisão e feridos para um cooler motorizado comparada a essas e-scooters que passam voando das trilhas?”, questionou outro.

A scooter elétrica também está sujeita a duras regulações sobre veículos na Austrália

O estado australiano também conta com regulamentos parecidos para o uso de scooters. Segundo o site Olhar Digital, todas as scooters elétricas, por exemplo, têm circulação proibida em estradas e trilhas, a menos que atinjam velocidade máxima abaixo de 10 quilômetros por hora (km/h) e tenha potência de 200 watts (w) ou menos.

A retomada de lockdowns na Europa para conter o covid é eficaz?

Nos últimos dias, a gazeta apresentou artigos noticiando como os Estados europeus vem lentamente demonstrando suas investidas, em favor de medidas sanitárias negligentes, como a retomada de lockdowns, e não só isso como querem exercer contra a população mais um de seus crimes contra as mesmas.

O surto e o histórico recente

Recentemente as taxas de infecção por Covid-19, vem crescendo no Velho Continente, e em grande quantidade durante os últimos dias. Apesar da grande mídia alardear o fato de que nem todos os europeus estão vacinados, fato é que segundo o OurWorldInData, 62.11% da população na Europa já está vacinada.

Devido à essa grande quantidade de vacinados já deveria haver o suposto “controle por parte do número de casos”. O que não é verdade já que os números superam os de abril do ano passado, o primeiro pico da pandemia, e em alguns números desses países é possível constatar um número recorde, ou bem próximo a isso.

Países da EuropaCasos de infecções (Últimas 24H)População Vacinada (%)
Alemanha7905170.2%
Portugal377389.04%
Áustria1537569.34%
França3263376.63%
Eslováquia1326647.67%
Suíça8.58866.82%
Espanha8.52781.86%
Itália12.45077.9%
Holanda23.78376.98%
União Europeia317.60670.28%
Europa429.34862.11%
Gráfico mostrando o índice de vacinação na Europa

Não é de modo algum, evidentemente, garantia de que a cepa do vírus será contida, ser extinguido, ou até garantir sua proteção e de pessoas ao seu redor, ainda mais para voltar a vida “normal” de antes, e a mesma vem se tornando obrigatória em alguns desses países.

Os lockdowns e a validade do passaporte sanitário

Os lockdowns que em todo o mundo, foram e ainda são aplicados, são uma medida agressiva e ineficaze, que prejudica a economia não apenas nos locais com lockdowns já que há toda uma cadeia produtiva interconectada nos dias de hoje. E mais uma vez esse mesmo método será reimplementado pelos governos europeus, trazendo consigo, obviamente, mais problemas para a população.

Ao mesmo tempo em que esses governos, a União Europeia, recomendou a todos os países do bloco, que os passaportes sanitários passem a ter validade de 9 meses, porém também solicita aos países membros que liberem as fronteiras para os indivíduos que estiverem vacinados com as vacinas aprovadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

E agora?

A questão que fica é, até quando essas medidas serão aceitas por grande parte população? Já se encaminha para o terceiro ano de “Pandemia” e o que fica estabelecido nessa situação é a possibilidade de que essas medidas como essa poderão novamente vir a ocorrer, essa situação invasiva, que claramente não está tendo a efetividade no “combate da pandemia”, terá de acabar muito em breve, na Suíça já há protestos contra essas medidas, um país tido como calmo e seguro.

Essas medidas na Europa mostram a real gravidade da situação no mundo, pois se isso está acontecendo com os europeus, ainda mais nesta época de frio na Europa, muito em breve pode chegar ao Brasil, já que as próximas estações convergem para uma temperatura mais fria na nossa região.

Bitcoin é a melhor oportunidade para conquistar a liberdade

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Como os atributos do Bitcoin apresentam a melhor oportunidade de se apoderar da liberdade que a humanidade já viu?    

O que você vê quando liga a TV ou rola o feed de notícias na rede de mídia social de sua preferência? 

Você vê uma guerra fracassada terminada após 20 anos, centenas de milhares de pessoas mortas, bilhões de dólares desperdiçados e o mesmo regime iliberal no comando de antes.

Você também vê desigualdade, aumento de preços e protestos.

E você vê empecilhos para mandatos.

A solução para a nossa liberdade? O Bictoin

Os bitcoiners respondem constantemente a todos os problemas do mundo dizendo que “O Bitcoin revolve isso”. Hipérbole? Não, o Bitcoin é o único caminho realista para o “bon mot” libertário, nosso comentário espirituoso de “conserte o dinheiro, conserte o mundo”. Na verdade, o Bitcoin é a melhor oportunidade que os libertários têm para reduzir o tamanho do governo, combater a inflação, reduzir a dívida da inflação, matar de fome o complexo militar-industrial e evitar um escopo cada vez maior para o governo.

Como essa criptomoeda consegue isso? Bitcoin é uma tecnologia de economia que é dinheiro nascente. O dinheiro tem historicamente três funções: Deve servir como reserva de valor, meio de troca e unidade de conta. O Bitcoin, apesar de sua volatilidade, é certamente uma reserva de valor, mas é muito menos preponderante como meio de troca ou unidade de conta. 

No entanto, o Bitcoin existe há apenas 12 anos e sua taxa de adoção já está crescendo mais rápido do que a da Internet. O dinheiro é o “bem de rede” definitivo, o que significa que seu valor e usabilidade aumentam com a adesão de cada usuário, e cada usuário tem o incentivo de encorajar outros a aceitarem o Bitcoin, já que isso os beneficia diretamente. Como resultado, em um curto espaço de tempo, o Bitcoin deixou de ser um brinquedo um tanto esotérico para cyberpunks, para ser adotado por instituições financeiras e o país de El Salvador, além de se tornar a tecnologia de poupança para dezenas de milhões de pessoas ao redor o mundo (a base de usuários atual do Bitcoin é estimada em cerca de 120 milhões). Isso é absolutamente notável.

As vantagens da criptomoeda

Não importa porquê as pessoas usam Bitcoin. Pode ser porque é mais barato e rápido do que os pagamentos internacionais tradicionais. Pode ser porque ele está entrando em colapso e crescendo em valor em cerca de 200% ao ano. Pode ser porque algumas pessoas especulam sobre isso. Ou pode ser porquê salva vidas e permite que as pessoas escapem de alguns dos piores ambientes possíveis. Um exemplo disso pode ser visto em alguns grandes artigos escritos por Alex Gladstein, diretor de estratégia da Human Rights Foundation, sobre o uso de Bitcoins no Afeganistão, Cuba ou Palestina. 

O Bitcoin já capacita milhões, e não apenas as elites ricas, com acesso existente a bancos, mercados de ações e outras tecnologias financeiras. O Bitcoin capacita bilhões de pessoas que não têm conta bancária e promete um futuro que tira o controle do dinheiro do governo. O Bitcoin atrai milhões de pessoas e cada pessoa que se junta à rede terá o incentivo para atrair mais usuários.

O Bitcoin apresenta esperança para milhões e também um plano B viável para manter a moeda fiduciária, que derrete em suas mãos devido à irresponsabilidade dos planejadores centrais monetários. No momento, a razão mais importante pela qual o governo pode crescer além de seu mandato – além de sua receita através de impostos – é por meio do poder do governo de imprimir e forçar todos a usar seu dinheiro desvalorizado. 

Bitcoin como garantia frente aos perigos dos bancos centrais

Apenas nos últimos 24 meses, o Federal Reserve dos EUA imprimiu 40% de todos os dólares existentes. Naturalmente, isso se traduziu em enormes níveis de desigualdade, visto que as pessoas próximas ao governo (como os bancos) se beneficiam do maior poder aquisitivo em comparação com as pessoas da base da cadeia alimentar (como beneficiários de renda fixa, estudantes, etc.) que só veem os preços subirem com a diminuição do poder de compra real. Isso é conhecido como efeito Cantillon. 

O Federal Reserve Board está monetizando diretamente a dívida que o governo assume, e o Fed fornece uma demanda infinita por dívida do governo, que não conseguiria crescer no ritmo surpreendente que faz sem o poder da imprensa de comprar tudo isso.

O Bitcoin como uma verdadeira revolução como moeda e ativo financeiro

A própria rede Bitcoin e a posse pessoal da moeda é um ato de rebelião pacífica contra o sistema de moeda fiduciária. Diariamente, quando alguém compra Bitcoin, ele retira dinheiro do sistema fiduciário e o coloca em uma reserva de valor. É colocado em um sistema que não pode ser inflado. Haverá apenas 21 milhões de Bitcoins emitidos. O Bitcoin foi testado, o Bitcoin foi atacado e o protocolo permaneceu robusto contra 12 anos de adversários tentando arruiná-lo. 

Muitos dos detratores do Bitcoin fundamentalmente não entendem a proposta de valor do Bitcoin. E faz sentido que não o façam. Não vimos uma nova categoria de dinheiro surgir em mais de cinco milênios. Além disso, as raízes do Bitcoin estão em campos mais atípicos, como economia austríaca, teoria dos jogos, criptografia e história econômica. Portanto, as estruturas pelas quais a maioria dos economistas e especialistas analisam o Bitcoin são altamente inadequadas.

Outro aspecto novo é que o Bitcoin dá aos usuários controle absoluto sobre seu dinheiro. Eles podem decidir quando enviar dinheiro, quando e quanto pagar por uma transação. Ninguém precisa ser perguntado se você pode enviar dinheiro para uma organização sem fins lucrativos a seis mil milhas de distância, e ninguém precisa confirmar se você pode enviar remessas para sua família em outros países. Nenhuma agência ou banco pode impedir isso. Bitcoin permite que você se torne seu próprio banco. Isso é incrivelmente poderoso e essa tecnologia não existia antes.

Jovem funda empresa para fazer entregas onde os Correios não chegam

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No Brasil os Correios não entregam as encomendas em lugares que, segundo eles, não apresentam condições favoráveis de segurança aos funcionários, moradores e encomendas. Também há o fato de não atendenrem condições de entregas em domicílio exigidas pelos Correios, pois muitas vezes os locais estarem fora do GPS e pelas casas não apresentarem número.

O morador de Paraisópolis, Giva Pereira, de apenas 21 anos, não satisfeito com a situação, fundou uma empresa de entregas chamada Favela Brasil Xpress. Essa empresa tem uma rede de entregadores que moram nas próprias favelas e entregam as mercadorias onde os Correios e as transportadoras não vão.

Primeiramente, a empresa, fundada em setembro de 2020, fazia entrega das doações feitas durante a pandemia, pois muitos doadores tinham receio de entrar nas favelas. Com isso foi se desenvolvendo naturalmente um sistema de logística, onde os voluntários levavam as mercadorias dos doadores até Paraisópolis. De lá eram distribuídos de porta em porta para as famílias.

O funcionamento da logística da empresa é o seguinte: eles colocam um centro de distribuições na entrada do local sem cobertura para as entregas onde as mercadorias são organizadas. Basta apenas a pessoa colocar seu endereço na hora da compra que o produto passará direto no centro de distribuição sem nenhum custo adicional.

A empresa já tem parceira com a Loja Americanas, Dafiti, Total Xpress e Via Varejo.

De acordo com Giva, a Favela Brasil Xpress está presente em Heliópolis, SP, na Cidade Julia (Diadema, na Grande SP), no Capão Redondo (zona sul da capital), além de estar presente nas favelas da Rocinha e Vila Cruzeiro no Rio de Janeiro. A mesma também tem o intuito de expandir o projeto para outras 50 favelas de diversas regiões do Brasil até o final de 2022.

Índice de sonegação aumenta em SC

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Informação contida no relatório do MP-SC apresentado à Alesc no combate à sonegação, mostra que foram recebidas denúncias que totalizam R$ 1,3 bilhão em supostas irregularidades. Desses, foram resgatados R$ 765,7 milhões. Para ser mais exato, os valores sonegados denunciados foram de: R$ 1,306 bilhão; e os valores que seriam sonegados e foram recolhidos aos cofres públicos: R$ 765,70 milhões, sendo R$ 272,732 milhões já recolhidos e R$ 492,972 milhões parcelados.

Ministério da Fazenda confirma o caso

Coincidentemente, O secretário de Estado da Fazenda Paulo Eli confirmou nesta sexta-feira (22) por meio de nota oficial divulgada à imprensa que a sonegação de impostos em Santa Catarina seria aproximadamente de R$ 10,8 bilhões. Sendo esse valor estimado muito maior que o denunciado, demonstrando a incrível capacidade de contornar o estado pelos moradores de Santa Catarina.

Os membros do estado dizem que acabar com a sonegação é uma prioridade eminente, curiosamente mais do que prender assassinos e ladrões ou qualquer outro crime, que diferente da sonegação, de fato exista uma vítima real.

Segundo FGV, a informalidade é responsável por grande parte da sonegação

Segundo estudos da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), a economia informal no Brasil corresponde a 20% do Produto Interno Bruto (PIB), totalizando R$ 1,173 trilhão ao ano. Permitindo a esses trabalhadores economizar esse valor ao não pagarem impostos. Porem, em Santa Catarina, o PIB oficial estimado para 2019 é de R$ 320 bilhões. O PIB real, acrescentando os 20% da economia informal não-tributada, chegaria a R$ 384 bilhões, ou seja, R$ 64 bilhões a mais. Considerando a alíquota de ICMS de 17%, a sonegação chega a R$ 10,88 bilhões somente com a informalidade.

MP-SC diz que irá se empenhar no combate à sonegação

Segundo os governantes do estado, o combate à sonegação fiscal é essencial para que Santa Catarina continue sendo um Estado pioneiro, próspero, com a menor taxa de desemprego do país e com cada vez mais qualidade de vida para os catarinenses. Porém, claramente, é a informalidade e a maneira como os agentes ultrapassam essas barreiras arbitrárias e irracionais do estado que os permite ter esse desempenho econômico acima da média brasileira.

Curiosamente, não foi divulgado o quanto será nas novas medidas tomadas pelo estado para tentar evitar, ou melhor, diminuir, o número de só negações. A única certeza é que medidas serão tomadas, afinal perceber que se o nível de sonegação é tão alto significa uma insatisfação da população para com os seus governantes.

Homem reage em auto-defesa e é condenado à 30 anos de prisão nos EUA

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Há aqueles que usam a inocência de Kyle Rittenhouse para argumentar por leis e punições mais duras. O caso de Andrew Coffee IV mostra porque essa é uma péssima ideia. A oposição ao veredicto de Kyle Rittenhouse – que viu um júri aceitar a alegação de auto-defesa do adolescente depois que ele atirou em dois homens e feriu outro durante uma noite de agitação civil – foi dividida em duas categorias principais: um lado afirma que o júri estava errado. O outro lado argumenta que mesmo que o júri estivesse tecnicamente correto, novas leis precisam ser elaboradas para garantir que tal veredicto não volte a acontecer.

Este último argumento reflete uma “tentativa bem intencionada” de corrigir as disparidades raciais e de classe no sistema de justiça. No entanto, outra decisão recente, proferida na Flórida no mesmo dia que a da Rittenhouse, é um estudo de caso sobre por que outras medidas punitivas podem prejudicar aqueles que já enfrentam consequências desproporcionais.

O caso de auto-defesa de Andrew Coffee IV

Andrew Coffee IV foi acusado da tentativa de assassinato contra um oficial da lei, que na verdade foi auto-defesa, e do assassinato de sua namorada, Artelia Woods. Os delegados do Indian River County Sheriff’s Office dispararam 10 tiros contra Woods durante uma busca de apreensão de drogas contra o pai de Coffee em 2017. Coffee disparou contra um delegado que invadiu seu quarto naquela noite, acordando com confuso e pensando que o oficial era um intruso. O deputado disparou de volta e matou Woods.

De acordo com a regra do crime de homicídio, o governo pode acusar alguém de ter matado uma pessoa que ele não matou de fato, se estiver de alguma forma relacionado a um crime tangencial. O governo argumentou que se o Coffee não tivesse tentado se defender naquela noite, os oficiais não teriam atirado de volta. Portanto, Coffee teria sido considerado culpado de assassinar sua namorada.

O júri não seguiu essa regra, absolvendo o Coffee de ambas as acusações. “Eu estava tentando proteger a mim e Alteria, pensei que estava fazendo isso”, disse Coffee, “Mas eu sinto que não a protegi. Não consigo dormir com isso… Eles a mataram.”

As evidências de auto-defesa de Coffee

O caso de Coffee é muito mais grave do que o do Rittenhouse. Agentes do estado invadiram seu quarto, mataram sua namorada, admitiram que a haviam matado, e ainda assim tentaram prendê-lo. Enquanto a Rittenhouse foi inocentado, Coffee está enfrentando 30 anos de prisão. O júri o considerou culpado pela posse de uma arma de fogo por um criminoso condenado. A arma de fogo foi usada para autodefesa quando agentes invadiram sua casa para uma investigação de drogas com a qual ele nada teve a ver.

O estado pretende aplicar o máximo de 30 anos de prisão para ele

Disse o procurador assistente Chris Taylor em um comunicado.

Enquanto isso, a acusação de armas no caso de Rittenhouse foi descartada pelo tribunal depois que ficou claro que o Ministério Público interpretou mal o estatuto. Embora ainda fomentem falsidades e mal-entendidos sobre esse desenvolvimento, é de fato legal que um jovem de 17 anos de idade no Wisconsin esteja na posse de uma arma de fogo, desde que não seja de cano curto. Clamores por leis mais duras vieram ironicamente dos liberais (no sentido americano moderno, significando social democrata/progressista) que ao mesmo tempo, defendem a reforma da justiça criminal.

A medida pode ser um tiro pela culatra

Mas o fato de nosso sistema ser injusto em sua punibilidade não é uma razão convincente para torná-lo ainda mais punitivo. Um sistema que busca a justiça castigando a todos ainda mais, buscará o tipo errado de igualdade. E, como mostra o caso de Coffee, leis e punições mais restritivas terão o efeito oposto sobre os réus que a esquerda tenta proteger.