Primeiro autor:  Mateus Almeida, hoppeano, estudante de Engenharia Elétrica e Engenharia Civil. Pesquisador de Psicologia por hobby. Twitter: @RealMateusA.

Segundo autor: Joana Pagliarin, anarquista de livre mercado, estudante do 2º ano do ensino médio. Twitter: @capitalismuss.

Introdução

Observa-se internautas libertários comentando sobre tópicos diversos acerca do libertarianismo. O estranhamento, pois, se intensifica quando percebe-se que os agentes da ação supracitada são adolescentes, e não crianças, mas que a idade mental permanece como a das últimas. Em tese, o discernimento entre o que chama-se comumente de “bom senso” é nulo. Por outro lado, têm-se os internautas libertários que, apesar de serem adultos, a educação lhes passou despercebida, de modo que a arrogância é a característica marcante deles. Ambos os lados despertam o afastamento das pessoas para com o movimento libertário.

A mitologia, por exemplo, explica a fascinação que o arquétipo do Puer aeternus (jovem eterno) exerce sobre a humanidade e que, por isso mesmo, se torna conteúdo inerente às mais diferentes discussões. Contudo, são os teóricos da psicologia quem analisam a relação do indivíduo puer com o arquétipo; explicitando, assim, a real dimensão desse arquétipo na sociedade. As impressões humanas influenciaram as narrativas mitológicas de modo a criar a figura P.Aeternus, a qual pode equiparar-se ao personagem Liberteen presente no libertarianismo, uma vez que ambos personificam uma índole imatura.

No presente artigo, reconhece-se a cultura, isto é, as relações humanas, como fator primordial para moldar o pensamento humano e, adentrando no libertarianismo per se, descentralizar a noção de estado como uma instituição legítima. Modificar a cultura significa, sobretudo, saber lidar com empecilhos existentes no meio; no caso referido, o arquétipo do P. Aeternus. Através do conhecimento sobre a construção das narrativas mitológicas, pode-se usar de alicerces fortes como brutalismo e localismo, a fim de privar o movimento libertário de uma “revolução anarcocapitalista” e demais atitudes pueris passíveis de ostracismo.

Breve introdução ao inconsciente coletivo e mitologia como fenômeno psíquico

O Inconsciente Coletivo, termo criado pelo psiquiatra e fundador da psicanálise – Carl Gustav Jung -, seria a camada mais profunda da psique humana constituída pelos materiais os quais foram herdados da humanidade, isto é, basicamente, a cultura. É nele em que residem os traços formadores, tais como imagens virtuais, que seriam comuns a todos os seres humanos. O conjunto de imagens psíquicas do inconsciente coletivo seriam os arquétipos (JUNG, 1970, p. 53).

Campbell (2005, p.143) afirma que “Embora apresentem amplas variações em termos incidentes, de ambientes e de costumes, os mitos de todas as civilizações oferecem um número limitado de respostas aos mistérios da vida.”. O trecho supracitado foi retirado do livro “O Herói de Mil Faces”, no qual discorre sobre as semelhanças encontradas nas narrativas mitológicas das mais diversas culturas, e como entendiam e replicavam em suas histórias os padrões característicos referentes ao homem – que são os arquétipos definidos por Jung. Vale ressaltar que, embora tenham muitas semelhanças quanto às características humanas entre si, trata-se de sociedades arcaicas sem a mínima possibilidade de trocas culturais as quais justificassem tais coincidências.

A mitologia está muito próxima da cultura da civilização a qual pertence, replicando as características não só psíquicas, mas também humanas, de determinada cultura. Os mitos nos mostram os caminhos que percorrem a Consciência Coletiva de uma determinada civilização durante sua formação e, além disso, a delineação do mapa do tesouro cultural. Os mitos não são arquétipos puros, pois os arquétipos não são apreendidos pela consciência. Contudo, eles dão formas aos arquétipos, atribuindo uma roupagem a eles, para que possamos assimilar o que contém na história.

Manifesto contra o Puer aeternus na mitologia e no movimento libertário

No decorrer do movimento libertário vê-se a necessidade de espalhar as ideias desse agrupamento, de modo que o objetivo (isto é, chegar em uma sociedade libertária) seja conquistado. Entretanto, encontra-se nesse mesmo movimento os popularmente chamados “liberteens”; aqui trata-se como “libertários pueris”.

Em muitas sagas mitológicas, quem não contava com a juventude eterna poderia sair à procura de alguma fonte a qual lhe garantisse a imortalidade. A ideia é universal: na mitologia grega, a ambrosia (manjar dos deuses), servida no Olimpo, era tão poderosa que se um humano a comesse lhe traria a vida eterna; na mitologia nórdica, as maçãs de Iduna poderiam trazer a vida eterna aos deuses que a comessem (já que nessa cultura não eram imortais); na Europa, a pedra filosofal tinha função semelhante. A imortalidade é um dos grandes sonhos da humanidade, e para atingí-la, a principal condição é o afastamento decisivo da morte.

Da mesma forma, a juventude eterna, ou Puer aeternus, como um arquétipo considerado um componente neurótico da personalidade, visto como um dominante arquetípico ou imagem arquetípica de um dos elementos de uma polaridade ativa na psique humana, é a impossibilidade de amadurecimento psíquico, tal como os libertários pueris a possuem. O P. Aeternus é muito bem definido em:


[…] Puer aeternus é a frase latina para “Eterno Jovem”. Segundo a conexão entre o arquétipo do Puer aeternus e o comportamento de muitos indivíduos da contemporaneidade, que começou a ser analisada pela psicoterapeuta Marie-Louise Von Franz, que, em 1970, escreveu o livro Puer aeternus, A Luta do Adulto contra o Paraíso da Infância. Baseada na psicologia junguiana, Marie-Louise Von Franz utiliza a nomenclatura Puer aeternus […] Marie-Louise von Franz considera que: “o homem que se identifica com o arquétipo Puer aeternus permanece durante muito tempo como adolescente, isto é, todas aquelas características que são normais em um jovem de dezessete ou dezoito anos continuam na vida adulta (FRANZ, 1992, p. 9).

Em suma, é uma síndrome contextual na qual a juventude persiste no indivíduo adulto, o qual não é capaz de abandonar os sonhos e as fantasias da adolescência. Podem ser inúmeras as características da pessoa afetada pelo complexo do P. Aeternus. Devido ao fenômeno psicológico, os Puers apresentam características comuns a todos os quais sofrem desse transtorno (MIKLOS, ESCUDERO, 2015, p. 104).

Assim como os Puers, têm-se os libertários pueris, os quais conhecem as ideias libertárias por meio da timeline do Twitter, mas não compreendem, de maneira correta, a ética libertária. São libertários de internet, que variam em idade – porém, majoritariamente são adolescentes -, que só entendem o básico e no final cometem um equívoco ao participar de debates os quais estão acima do seu nível intelectual. Vociferam a todo instante que imposto é roubo, que o estado [1] é ilegítimo e que serviço estatal é antiético, mas não sabem justificar, de maneira lógica, o porquê de tais premissas. Ocorre, então, que estes, em vista do seu auto reconhecimento de indivíduo totalmente dotado do conhecimento libertário, decidem adentrar em discussões filosóficas aprofundadas. Como previsto, a sua “intelectualidade” é desmascarada e todos reconhecem a sua ignorância. Os liberteens trazem consigo uma péssima imagem ao movimento: a imagem de infantilidade e inconsistência. Neste seguimento, também tem-se outro espectro de liberteens; os que, de algum modo, obtêm certo conhecimento filosófico mais aprofundado, mas apresentam arrogância ao se direcionar a terceiros. Em uma discussão, são intolerantes caso alguém pergunte a definição de um termo ou erre em algum ponto; ao invés de serem receptivos, a fim de atrair mais pessoas para o movimento.

Sabe-se também que, como resultado psicossomático, os Puers permanecem muito tempo, fisicamente e mentalmente, como adolescentes. Apresentam, assim, atitudes arrogantes, com uma sensação de superioridade – como pequenos deuses – e como consequência não buscam se adaptar. Outrossim, como efeito da pós-modernidade, os Eternos Jovens tornaram-se imediatistas, de modo que buscam o prazer fugaz e resoluções as quais não sejam trabalhosas para seus problemas. Ainda mais, por conta da busca por coisas imediatistas, torna-se impossível a conclusão de seus projetos, transformando-os em pessoas rasas e inconsistentes; medíocres. Os Puers são sonhadores que não conseguem cruzar a fronteira da imaginação para a realidade.

Pintura 1: Pintura de Narciso, de Caravaggio, representando a auto-suficiência e arrogância.   
 Fonte: Wikimedia Commons (2018).

Nesse sentido, pode-se fazer um paralelo entre o fenômeno do Eterno Jovem e o Libertário Pueril. Este último, por sua vez, comumente ingressa no movimento, porém, permanece em um nível muito raso de conhecimento, ou, age com demasiada arrogância, dificultando a criação de laços interpessoais; traço típico dos relacionamentos na pós-modernidade, que é definida por Bauman como:


[…] bênçãos ambíguas. Oscilam entre o sonho e o pesadelo, e não há como determinar quando um se transforma no outro. Na maior parte do tempo, esses dois avatares coabitam embora em diferentes níveis de consciência. No líquido cenário da vida moderna, os relacionamentos talvez sejam os representantes mais comuns, agudos, perturbadores e profundamente sentidos da ambivalência. É por isso que podemos garantir que se encontram tão firmemente no cerne das atenções dos modernos e líquidos indivíduos-por-decreto, e no topo de sua agenda existencial (BAUMAN, 2004, p.10).

A auto-suficiência do puer confere à personalidade seus traços de narcisismo, chegando ao ponto de ignorarem autores não-libertários.

O que deve ser feito

O inconsciente coletivo – a cultura – é o fator primordial quando fala-se de sociedade libertária. Neste seguimento, faz-se uma analogia entre o movimento libertário e uma construção civil: um edifício feito sobre a areia (isto é, uma base não firme) rapidamente desabará, comparado àquele que foi feito sobre um alicerce forte. Resumidamente, o alicerce de uma obra é a estrutura da construção em si. Assim, é a fundação a qual faz com que a obra fique em pé e se sustente até a finalização. Para que essa estrutura seja segura, há uma série de cálculos e detalhes os quais precisam ser seguidos à risca, a fim de que não desabe. Desse modo, tanto os cálculos quanto a construção do alicerce devem ser bem executados. Neste ponto, é perceptível que o alicerce, ou fundação, é responsável por transferir toda a estrutura da obra para uma área maior no solo. Na prática, isso significa que é a partir do alicerce que um imóvel se sustenta no solo.

Assim, também, deve ser o movimento: firmado em uma base sólida e consistente. A base é, indubitavelmente, a ética libertária; o meio pelo qual chega-se nela é a cultura; esta é o “cálculo”, o método. Ela é o pilar de uma sociedade e molda as pessoas. A cultura possui funções de significação no sentido de sua capacidade para elaborar experiências contingenciais. Ela é, de certo modo, uma forma de reação antropológica ancorada no homem, pois se baseia no histórico ou na experiência de vida pessoal. Desse modo, se o libertarianismo não ocupar espaços culturais de nada adiantará quaisquer conquistas futuras. Em uma situação hipotética, onde uma sociedade libertária é alcançada, porém ocorre sem uma modificação cultural, quantas pessoas clamariam a volta do estado? Parece evidente que não será uma conquista efetiva; muito pelo contrário, o estado reinaria mais intervencionista que anteriormente, pois teria-se o entendimento de que o governo encontra-se ameaçado.

Conjectura-se, pois, que um libertário lúcido deve defender vertentes as quais elucidam acerca da modificação cultural como ascensão para uma sociedade libertária. Nesse sentido, pode-se citar o brutalismo e o localismo [2]. O primeiro termo originou-se a partir do movimento arquitetônico brutalista – década de 50 e 60 -, o qual defendia deixar a estrutura de edificações visível, a fim de descartar o uso de adornos desnecessários (Đorđe Alfirević, 2017 apud Anarcogeek, 2019). Traça-se um parâmetro disso com o brutalismo libertário; este afirma que uma ideia deve ser defendida partindo do princípio ético, sem o uso de adornos – isto é, utilitarismo ou apelo à emoção – para justificar uma proposição. Através de uma cultura brutalista, aos poucos, os argumentos baseados em humanitarismo se abstraem, fortalecendo a ética libertária como o ponto central de uma justificação (Mises Brasil, 2014 apud Anarcogeek, op.cit).

O segundo termo, por sua vez, refere-se ao termo localis, sendo a estrutura transcendental da relação humana, de modo que o localismo per seé um meio de analisar as interações sociais, isto é, a conduta dos indivíduos, de modo a procurar alinhá-la o mais próximo possível da ética libertária. Desta forma, o localismo repudia a arma majoritária do estado, esta entendida como o seu potencial de mudar radicalmente e – lamentavelmente – toda a cultura de uma sociedade. O localismo, além de entender a cultura como algo não imediato, trata de normas de conduta tácitas i.e. não legais, de modo que o não cumprimento delas não implicam em punições, não obstante que podem sofrer repressões morais – a medida que a moral de um agrupamento de indivíduos também depende da cultura (Gazeta Libertária, 2019).

Da mesma forma que nas narrativas mitológicas havia a reprodução dos arquétipos em virtude de uma construção cultural dada pelas impressões pessoais, o brutalismo e o localismo intervém da mesma maneira. Através de uma cultura brutalista pode-se criar uma geração de indivíduos os quais justifiquem majoritariamente a partir da ética da propriedade privada, e uma cultura localista na qual repugna-se atitudes pueris e enaltece-se normas tácitas. Tais normas tácitas podem arguir como forma de rejeição a qualquer ação de caráter liberteen.

Nesse sentido, um libertário consistente e apto à auxiliar na construção de uma cultura libertária deve ter em mente que uma pessoa presunçosa tem poucas chances de obter reverberação do que fala, pois ao achar que está sempre certa, acaba colecionando conflitos nos ambientes. Cabe ao libertário, ainda, reconhecer o próprio erro e demonstrar humildade, pois isso, além de digno, é fundamental para o relacionamento humano. Ratifica-se que, tão importante quanto a capacidade intelectual, é a simplicidade: um comportamento desejável nas interconexões humanas, pois os arrogantes podem sofrer com empecilhos do seu orgulho frente aos desafios propostos pelo libertarianismo.

Por fim, compete ao libertário, além de compreender o supramencionado, reconhecer a sua ignorância em determinados pontos; haja vista que o ser humano não contempla-se de todo o conhecimento existente. Outro fator pertinente para o afastamento de atitudes liberteens é a autorresponsabilidade: “[…] você é o único responsável pela vida que tem levado. Você está onde se colocou. A vida que você tem levado é absolutamente mérito seu, seja pelas suas ações conscientes ou inconscientes, pela qualidade de seus pensamentos, comportamentos e palavras.” (VIEIRA, 2017, p.22). Ainda, concerne aos libertários o entendimento de que a modificação da cultura é a única base forte – não arenosa – para a ascensão de uma sociedade libertária; todas as tentativas de “revolução anarcocapitalista” poderão – talvez – ser bem sucedidas, não obstante de forma transitória. Além da revolução mencionada ser considerada antiética, por poder afetar não espoliadores, é ineficaz, haja vista que o estado é, inevitavelmente, uma cultura aceita pela sociedade; cultura esta que deve ser moldada através de normas tácitas desvinculando-se totalmente da degeneração P.Aeternus.

 Pintura 2: Transição da vida Pueril para a vida adulta.
 Fonte: WikiArt (2016); Wikipedia (2015). Editado pelos autores.  

Notas dos autores

[1] Optou-se pela grafia “estado” com letra “e” minúscula, embora a norma culta sugira a grafia “Estado”. Neste sentido, a revista Veja argumentou que:



[…] SE POVO, SOCIEDADE, INDIVÍDUO, PESSOA, LIBERDADE, INSTITUIÇÕES E JUSTIÇA SÃO ESCRITAS COM MINÚSCULA, NÃO HÁ RAZÃO PARA ESCREVER ESTADO COM MAIÚSCULA […] OS POVOS DE LÍNGUA INGLESA […] NÃO CONSIDERAM UMA DÁDIVA DO ESTADO O DIREITO À BOA VIDA MATERIAL SEM ESFORÇO. GRAFAM ‘STATE’. COM MAIÚSCULA, ESTADO SIMBOLIZA UMA VISÃO DE MUNDO DISTORCIDA, DE DEPENDÊNCIA DO PODER CENTRAL, DE FÉ CEGA E IRRACIONAL NA FORÇA SUPERIOR DE UM ENTE CAPAZ DE CONDUZIR OS DESTINOS DE CADA UMA DAS PESSOAS (VEJA, 2007, ED. 1999, P. 9).

Ademais, foi elucidado no livro “Democracia, O Deus Que Falhou” pelo autor:


A justificativa de que a maiúscula tem o objetivo de diferenciar a acepção em questão da acepção de “condição” ou “situação” não convence. São raros os vocábulos que possuem somente um único significado, e ainda assim o contexto permite a compreensão e a diferenciação dos significados. […] o editor considera que grafar estado é uma pequena contribuição para a demolição da noção disfuncional de que o estado é uma entidade que está acima dos indivíduos (HOPPE, 2014, p. 9).

As ideias supracitadas estão de acordo com as opiniões dos autores deste artigo.

[2] Ainda existem as vertentes do gradualismo, mas ela não foi abordada em virtude da carência de conteúdo, assim como não foram elucidados de forma tão aprofundada acerca do brutalismo e do localismo pelo mesmo motivo: a fim de evitar possíveis equívocos.

Referências bibliográficas

ANARCOGEEK. Em Defesa do Brutalismo. Disponível em: <https://anarcogeek.blogspot.com/2019/01/em-defesa-do-brutalismo.html>. Acesso em 10 de mar.2019.

BAUMAN, Zygmunt. Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004.

CAMPBELL, Joseph. O herói de mil faces. 10. ed. São Paulo: Cultrix/Pensamento, 2005.

ESCUDERO, Andréia Perroni. Adultescent and image:
the arise of the “puer aeternus” in the mass media. 2012. 143 f. Tese (Doutorado em Comunicação) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2012.

FRANZ, Marie-Louise. von. Puer aeternus. A luta do adulto contra o paraíso da infância. São Paulo: Paulus, 1992.

GAZETA LIBERTÁRIA. Introdução ao Localismo: como alcançar uma sociedade libertária. Disponível em: <https://gazetalibertaria.news/2019/03/09/introducao-ao-localismo-como-alcancar-uma-sociedade-libertaria/>. Acesso em 10 de mar.2019.

HOPPE, Hans-Hermann. Democracia: o deus que falhou. São Paulo: Instituto Ludwig von Mises, 2014.

JUNG, Carl. Gustav. Símbolos da transformação: prelúdios de uma análise de esquizofrenia. Rio de Janeiro: Vozes, v. 5, 1970.

MIKLOS, Jorge Miklos, ESCUDERO, Andréia Perroni. Sob o Arquétipo do Puer: Juvenilização, Comunicação e Consumo na Cultura Contemporânea. Revista digital Vozes & Diálogo, Itajaí, v. 14, n. 01, jan./jun. 2015.

VEJA, Revista. Carta ao leitor. Revista Veja, São Paulo, ed. 1999, ano 40, n. 10, 14 de mar. 2007.

VIEIRA, Paulo. Autorresponsabilidade. 1. ed. São Paulo: Gente, 2017.

Referências das imagens

  1. Pinturas

Pintura 1: WIKIMEDIA COMMONS: File: Michelangelo Caravaggio 065.jpg. Disponível em: <https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Michelangelo_Caravaggio_065.jpg#mw-jump-to-license>. Acesso em: 10 de mar.2019.

Pintura 2: WIKIART: Ring-a-Ring-a-Roses-Oh. Disponível em: <https://www.wikiart.org/en/frederick-morgan/ring-a-ring-a-roses-oh-1885>. Acesso em 10 de mar.2019; WIKIPEDIA: File: Thomas Cole, a viagem da vida, 1842, National Gallery of Art.jpg. Disponível em: <https://en.m.wikipedia.org/wiki/File:Thomas_Cole,_The_Voyage_of_Life,_1842,_National_Gallery_of_Art.jpg>. Acesso em 10 de mar.2019.