Alemanha impõe restrições à não vacinados

Na Alemanha, ocorrerá uma ampliação, em nível nacional, das restrições para não vacinados contra a Covid-19. Ainda existe a especulação de que a vacinação se tornará obrigatória. Tudo isso foi anunciado na quinta (2/12/21) pela Angela Merkel.

As medidas de exclusão, muito parecidas com as que foram impostas no passado aos judeus, incluem proibição a lugares públicos tais como lojas, museus, cinemas, etc. Esses são liberados apenas para vacinados ou que se recuperaram do covid nos seis meses anteriores.isso mostra que um direito de ir e vir, constitucional, pode ser retirado a qualquer momento.

Em uma tentativa de se justificar Merkel diz que a preocupação é uma possível superlotação dos hospitais. Segundo ela, nesse momento se faz necessário uma ato de solidariedade nacional, menos com os não vacinados, aparentemente.

Não obstante, ainda existe o plano dos burocratas alemães de tornarem a vacinação obrigatória uma lei. O intuito do governo da Alemanha é do estado ter uma justificativa para privar as pessoas dos direitos que supostamente ele deveria garantir.

Nas regiões onde a incidência ultrapasse 350 novos casos por 100 mil habitantes, clubes e outros estabelecimentos de lazer noturno serão fechados. Da mesma forma, a partir desse nível, reuniões privadas serão limitadas a 50 pessoas em ambientes fechados e 200 pessoas em áreas externas, desde que todos os presentes estejam vacinados ou recuperados.

Domicílios onde residem pessoas não vacinadas poderão convidar no máximo dois visitantes de outros domicílios, sem contar crianças com menos de 14 anos. As autoridades também concordaram em retomar a exigência de máscaras nas escolas.


Para terminar, Olaf Scholz, que deve se tornar o chanceler alemão em meados de dezembro, disse que se as pessoas tivessem se vacinado isso não seria necessário. Certamente uma tentativa bem fraca e desesperada de amenizar as medidas ditatoriais para que o povo alemão se culpe ao invés de lutar contra.





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