Greve dos caminhoneiros tem baixa adesão da categoria

A baixa adesão à greve preocupou os principais representantes da categoria

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A manifestação dos caminhoneiros autônomos, que aconteceu nessa segunda-feira (01), teve uma adesão mais baixa que o esperado e, com isso, não houve nenhum bloqueio nas rodovias.

O Ministério da Infraestrutura informou que no final da tarde havia apenas concentração de manifestantes na rodovia Presidente Dutra em Barra Mansa (RJ) e outra próxima ao Porto de Santos.

Várias lideranças vieram a público comentar o porquê dessa falta de adesão. Para o líder da greve no Piauí um dos motivos é a falta de representatividade política dos caminhoneiros no Congresso Nacional. Disse ainda que a categoria se evade das leis e não exige seus direitos.

Já o direitor do Sindtanque-MG, Ailton Gomes falou que houve brigas entre os líderes das manifestações no grupo do Whatsapp, o que dividiu o movimento.

Mas um dos principais motivos que acalmou o ânimo dos caminhoneiros foi o governo federal conseguir 29 liminares para impedir o bloqueio das estradas. A Abrava entrou com uma Reclamação no STF e, também um Mandado de Segurança, mas ambos indeferidos pela ministra Carmen Lúcia.

A greve foi planejada em virtude do alto preço que a gasolina está custando, e também para que fosse revisto o PPI (Preço de Paridade de Importação) medida que começou a ser utilizada no governo Temer.

Outra reinvidicação é a volta da aposentadoria especial para os caminhoneiros, pois antes da reforma da previdência eles se aposentavam com 25 anos de contribuição, e agora eles se aposentam apenas com 60 anos de idade.

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